A importância dos contextos na educação

 
Para uma boa aprendizagem o professor precisa conhecer os contextos que envolvem a sua sala de aula, para saber exatamente onde está pisando.
 
Os pontos fundamentais que devemos nos atentar são:
A sala de aula é um ambiente heterogêneo, com alunos de vários contextos, pois cada aluno é único.
A sala de aula pode ter contextos diferentes dos seus, pois você pode dar aula em escola que seja afastada do ambiente que você vive.
A sala de aula transcende para a comunidade, pois tudo que o aluno aprende ele leva para fora da sala, por isso também devemos ensinar pelo exemplo.
A sala de aula na maioria das vezes não atende às nossas expectativas, pois vários alunos vêm com um conhecimento prévio diferente do que esperamos deles.
 
Os contextos envolvidos são vários, a seguir:
Família: podemos ter em sala alunos que têm problemas familiares, como abandono dos pais, por exemplo ou com pais separados.
História: precisamos conhecer a história dos alunos, o que cada um viveu antes de chegar ali.
Comunidade: às vezes vamos dar aula em locais que não conhecemos, que têm uma comunidade diferente, precisamos conhecer as suas características.
Localização geográfica: devemos conhecer a utilização dos espaços, e também as características de transporte daquele local e como os alunos chegam à aula.
Raça e etnia: podemos ter na sala alunos de etnia diferente ou de outro país. Num semestre passado eu tinha na minha sala um aluno que veio do Haiti. Eu precisava tratar com ele de maneira diferente dos demais.
Línguas: Se tiver algum aluno de outro país, cuja língua é muito diferente da nossa, precisamos saber dialogar com ele.
Religiões: podemos ter em sala aluno com crença religiosa diferente dos demais ou da nossa. Devemos respeitar e tomar cuidado ao tratar desse assunto.
 
Como podemos ver, para o professor gerir bem uma sala de aula e fazer acontecer o aprendizado, ele deve se preocupar com várias situações além do próprio conteúdo que ele deve passar.
 
#EducaEthos

Tempos difíceis, de Charles Dickens

 
“O que eu quero agora são Fatos. Ensine a essa turma de meninos e meninas nada mais do que Fatos. Tão somente de Fatos a vida necessita. Plante apenas isso, e colha todas as outras coisas. A formação da mente de seres pensantes deve ser pautada apenas por Fatos: nada mais terá para eles qualquer serventia. Esse é o princípio pelo qual eu norteio a educação de meus filhos e também a dessas crianças. Atenha-se aos Fatos, senhor!”
 
Esse é o início da obra de Charles Dickens, Tempos Difíceis. Essa é uma cena onde um dos protagonistas está numa sala de aula e revela, como diretor da escola, como devem ser ensinados os seus alunos, apenas através de fatos, abandonando por completo a fantasia e imaginação, vivendo sem sonhos e emoções. O livro avança com os dois pensamentos se contrapondo, e conforme o romance se desenrola, percebemos que sem sonhos nem sentimentos, sem diversão nem fantasia, viver pode ser tornar muito penoso. E como os filhos do protagonista foram criados através de apenas fatos, conforme o romance avança percebemos o grande erro que foi a educação que tiveram.
 
É uma ótima leitura!
 
A imagem pode conter: José Carlos Perini, área interna
 
 
 
 

“O Grande Irmão está de olho em você”

Você já imaginou um mundo em que você está sendo vigiado vinte e quatro horas, através de uma televisão (Teletela) que capta tudo que você faz, inclusive o que você está pensando? Esse é o enredo do livro 1984, de George Orwell, lançado em 1949, prevendo um futuro distante.

Mas muita coisa prevista está acontecendo hoje. Você já leu esse livro? Se já leu, escreva o que você achou.

Inteligência Emocional – Daniel Goleman

Há poucos dias acabei de ler o livro Inteligência Emocional – A teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente, de Daniel Goleman.
 
Embora em algumas partes o livro seja um tanto denso, com termos médicos (como partes e funções do cérebro), é um livro muito importante para aprendermos sobre as emoções. O autor dá exemplos muito bem sucedidos de escolas americanas que têm no currículo a alfabetização emocional, onde os alunos aprendem a controlar as emoções, adquirir empatia (ver a posição do outro), lidar com relacionamentos, canalizar produtivamente as emoções e evitar o conflito nas diversas situações que ocorrem durante toda a vida do estudante.
 
Para o controle dos impulsos, uma das escolas exibe um cartaz com sinais de trânsito de seis etapas:
 
Sinal vermelho:
1. Pare, se acalme e pense antes de agir.
Sinal amarelo:
2. Diga qual é o problema e como você se sente.
3. Estabeleça uma meta positiva.
4. Pense em muitas soluções.
5. Tente prever as consequências.
Sinal verde:
6. Siga e tente o melhor plano.
 
A noção do sinal de trânsito é invocada regularmente quando uma criança, por exemplo, está furiosa, ou retraída por algum motivo e a ajuda a lidar com esses momentos emocionais.
 
Para nós, como professores, é importante entendermos sobre a mente humana, pois além das competências cognitivas devemos também desenvolver as competências socioemocionais em nossos alunos.
 
 
 
 

Aula de Funções em Python

Hoje terei o privilégio de ministrar uma aula de funções na linguagem Python, em parceria com o Projeto Tópicos em Engenharia e Tecnologia. Se você tem interesse em aprender essa linguagem, com certeza será uma ótima oportunidade.
Você pode se inscrever e participar em www.topicos.page/agenda

Material utilizado na aula:

Aula de Funções em Python

Professor, onde eu vou usar isso?

Na maioria das vezes o aluno quer saber onde vai utilizar o que estamos ensinando. Frequentemente ouvimos um aluno dizer: “Por que preciso aprender isso, se eu tenho certeza de que não vou usar nunca em minha vida?”. Geralmente os alunos não veem nenhuma utilidade naquilo que aprendemos. O problema é que não podemos ensinar os nossos conteúdos pensando apenas de forma utilitarista.

Nós precisamos despertar no aluno o amor ao conhecimento. O conhecimento é sempre necessário, é importante, faz a gente crescer, se desenvolver. E nós precisamos colocar essa ideia para o aluno, não só querer aprender algo que terá utilização para ele. É importante o conhecimento pelo conhecimento, para o crescimento pessoal.

Uma forma de engajar os alunos é apresentar atividades contextualizadas, onde pegamos o nosso conteúdo e contextualizamos numa situação real. Isso é chamado de atividade complexa. Portanto, é importante trazer o conteúdo sempre com uma amplitude maior, não só pela utilidade.

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Curso Aprendizagem Ativa na Prática – @Educaethos

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Minicurso de Python

Ainda neste mês de julho terei o privilégio de ministrar um minicurso de Python, em parceria com o Projeto Tópicos em Engenharia e Tecnologia. Se você tem interesse em aprender essa linguagem, com certeza será uma ótima oportunidade. Anote aí 28 e 30/07.
Você pode se inscrever e participar em www.even3.com.br/topicos

Material utilizado na aula:

Minicurso de Python

Minicurso de Python com respostas

 

Em busca de sentido – Viktor Emil Frankl

Viktor Emil Frankl, um neuropsiquiatra austríaco e fundador da terceira escola vienense de psicoterapia, a Logoterapia e Análise Existencial, escreveu neste livro a sua passagem nos campos de concentração e sua luta para continuar vivo durante a segunda guerra mundial.
O que eu tiro desse livro é que precisamos ter um sentido para as nossas vidas. Quando a nossa vida tem um sentido, que pode ser uma realização pessoal ou profissional, ou mesmo um amor, a vida vale a pena e se torna mais prazerosa e menos penosa.

Tem uma passagem no livro, que muitas pessoas contam em suas apresentações ou palestras, cada uma conta de um jeito diferente, mas segue abaixo na íntegra:
“Todos os demais, os prisioneiros comuns, costumavam trocar por gêneros alimentícios aqueles cigarros que recebiam através de cupons-prêmio, isto é, por meio de serviços adicionais que representavam perigo de vida; a não ser que tivessem desistido de continuar vivendo, por terem perdido as esperanças, resolvendo então ‘gozar’ os últimos dias de vida que ainda tinham pela frente. Quando um colega começava a fumar seus próprios cigarros, já sabíamos que havia perdido a esperança de poder continuar – e, de fato, então, não aguentava mais”. Esses morriam nos próximos dias.

Ele fala também sobre o vazio existencial, que se manifesta principalmente num estado de tédio. Por exemplo, uma pessoa que passa a semana inteira na correria, quando chega o fim de semana se vê perdido num vazio por não ter nada para fazer. Isso acontece bastante com os que perdem o emprego ou se aposentam e se veem de repente sem compromisso nenhum, e podem acabar em depressão.

Esse livro nos traz uma importante reflexão: Qual é o sentido da sua vida?

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Você sabe o que é o mundo VUCA?

É o momento em que estamos vivendo hoje. VUCA é o acrônimo em inglês de volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade. Esse mundo de mudanças rápidas em nossa vida profissional e pessoal, que exige adaptabilidade, flexibilidade, conhecimento ampliado, consciência situacional e foco na ação, entre outras habilidades modernas em que devemos ter para enfrentar os nossos desafios.
Vivemos um mundo de volatilidade, onde as certezas evaporam rapidamente, onde as transformações são rápidas e inesperadas. Você compra um celular e de repente já aparecem novas versões na fábrica. Tudo é muito volátil num mundo globalizado e conectado. Nós não sabemos quais serão os nossos problemas nem mesmo quais serão as novas profissões que surgirão. Não sabemos quais serão as novas ameaças que surgirão, tanto na vida profissional quanto pessoal. Precisamos de decisões ágeis, proativas e inovadoras. Aquilo que servia há um tempo não serve mais hoje.

As empresas, após essa experiência de home office, vão fazer cada vez menos reuniões presenciais, onde as pessoas têm de se deslocar de várias cidades diferentes com custos de passagem e hospedagem. Vão fazer mais reuniões online, em videoconferência. Viram que esse modelo funciona. E na educação é a mesma coisa. Como será a escola após a pandemia? Os cursos online vieram para ficar.

Se a gente quiser aprender de uma maneira ágil, proativa, construtiva e de maneira inovadora, precisamos de algumas habilidades psicológicas e a característica mais estratégica desse cenário é a resiliência, que é a capacidade de lidar com desafios ameaçadores, aprender com esses desafios e evoluir para ficar melhor do que era antes.

Fonte: Prof. Luiz Hosannah e Prof. Elias Rocha Gonçalves – 1º COED – Congresso Online Educacional (13/07/2020)

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Professor, por que eu preciso aprender isso?

 

O aluno frequentemente faz essa pergunta porque ele não vê sentido naquilo que o professor está passando. Nós, professores, devemos trazer os assuntos com clareza para que o aluno veja o significado daquilo. Muitas vezes o sentido daquilo está claro para a gente, mas não está claro para o aluno, portanto devemos conduzir aquela instrução para que o aluno aprenda de forma significativa.

O aluno precisa do professor para mediar o aprendizado para que ele veja sentido naquilo que está aprendendo. O sentido (significado) é o segundo nível da taxonomia de Bloom, que é o entendimento. Para haver aprendizagem o aluno precisa entender e ver sentido naquilo que está sendo passado.

Dar aula é guiar o aluno para a compreensão de um conteúdo, não simplesmente passar aquele conteúdo no quadro ou no projetor. Pois se fosse assim, não precisaria do professor, pois ele pode pesquisar sozinho.

Precisamos apontar quais são as ideias principais que o aluno precisa compreender, e com isso vamos direcionar a sala de aula para alcançar essas ideias.

Fonte: curso Aprendizagem Ativa na Prática – @Educaethos
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Quem mexeu no meu queijo?

Eu reli a pouco o livro “Quem mexeu no meu queijo?”, uma metáfora que indica as mudanças que ocorrem nas organizações e nas nossas vidas.

No livro quatro personagens (2 ratos e 2 duendes) saem em um labirinto à procura de queijo para se alimentarem. Quando o encontram se acomodam e sentem que não precisam de mais nada, pois tem muito queijo naquele local. Até que o queijo acaba e eles ficam sem saber o que fazer. Cada um tem uma reação sobre como agir após essa mudança.

Eu fico imaginando, quando estamos empregados e nossa função está indo bem, nos acomodamos e não percebemos que as coisas vão mudando aos poucos, até que percebemos que estamos paralisados sem saber o que fazer.

No final do ano mexeram no meu queijo e me fizeram agir. O que devo fazer? Ficar paralisado, sem saber o que fazer, ou procurar um novo queijo para sobreviver? E você, como está a sua situação? Você está confortável em sua posição, você está percebendo se estão mexendo em seu queijo, se as coisas estão mudando? Você, que é professor, utiliza metodologias novas de aprendizagem, ou você continua com o queijo velho e embolorado, dando aquela aula tradicional dos nossos tempos?

E agora, com a pandemia, mexeram no queijo de todos nós. O que estamos fazendo? Quando terminar essa crise, voltaremos a fazer o que fazíamos antes? Ou estaremos com queijo novo?


“Notar cedo as pequenas mudanças ajuda-o a adaptar-se às maiores que ocorrerão”
“Cheire o queijo com frequência para saber quando está ficando velho”

A imagem pode conter: José Carlos Perini, sentado e área interna

Livro O Profeta, de Khalil Gibran

Estou lendo esse livro, muito bom. Recomendo!

“Ninguém pode revelar-lhes nada além do que já se encontra semiadormecido no despertar de seu conhecimento. O professor que caminha à sombra do templo, em meio aos discípulos, nada transmite de sua sabedoria, porém mais de sua fé e sua afeição “.
O Profeta – Khalil Gibran

A imagem pode conter: José Carlos Perini

Por que eu não consigo engajar os meus alunos?



Para engajar os alunos nas nossas aulas, apenas aplicar uma das metodologias ativas que estão na moda não adianta. Você pode preparar a sua aula com a melhor metodologia e utilizar os melhores recursos em sala de aula, mas na maioria das vezes você sairá frustrado de sua aula, pois percebe que nada disso adiantou, os alunos não se interessaram e não se engajaram em sua aula, não havendo aprendizado. Existem alguns problemas que o professor se depara na tentativa de obter o engajamento dos alunos.
Existem 5 problemas, denominados pela Profa. Janaína Mourão (@Educaethos) como as 5 armadilhas do engajamento. São elas:
1. Sentido: Se os alunos não virem sentido no que você está ensinando não haverá engajamento.
2. Uso: Os alunos estão sempre querendo saber onde vão usar o que você está ensinando. Eles querem ver utilidade naquilo.
3. Interesse: Os alunos não têm interesse no que estamos ensinando porque na maioria das vezes ele está lá contra a sua vontade.
4. Gestão: A maioria de nós não sabe gerir bem a sala de aula, num ambiente tão heterogêneo.
5. Conhecimento: O professor precisa ter o conhecimento profundo sobre a área que ele leciona.

Nos próximos posts eu detalharei cada uma dessas armadilhas.

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Retrospectiva profissional 2019 Prof. Perini

Segue abaixo a minha retrospectiva profissional do ano de 2019.

  • 08/01/2019 a 25/01/2019 – Fiz como aluno o curso de Youtuber – Bootcamp na HappyCode.
  • 17/01/2019 – Reinaugurei meu canal de YouTube.
  • 23/01/2019 – Iniciei o curso de Lógica de Programação no canal.
  • 24/01/2019 a 07/03/2019 – Ministrei aulas de Java Básico e Java Avançado na Fundação Bradesco
  • 28/01/2019 – Ministrei a Oficina de Python na Unimetrocamp Wyden.
  • 31/01/2019 – Ministrei a Oficina de Introdução a Programação de Drones na UniMetrocamp Wyden.
  • 22/01/2019 – Finalizei como conteudista as disciplinas de Linguagem de Programação e Técnicas de Programação EAD na Universidade Brasil.
  • 1º Semestre 2019 – Ministrei as disciplinas de Estrutura de Dados para Sistemas de Informação, ADS, Redes e Ciência da Computação e Algoritmos Computacionais para as Engenharias na UniMetrocamp Wyden.
  • 1º Semestre 2019 – Supervisionei as disciplinas de Estágio Supervisionado e Horas Complementares dos cursos de Sistemas de Informação e Ciência da Computação na UniMetrocamp Wyden.
  • 07/05/2019 – Ministrei a Oficina de Python na Mostra de Pesquisa em Ciência e Tecnologia 2019 da UniMetrocamp Wyden.
  • 24 a 27/06/2019 – Participei do Hackathon em Programação Python para Drones como palestrante e na Comissão Julgadora na UniMetrocamp Wyden.
  • 03/07/2019 – Iniciei a playlist “Tutoriais” no canal.
  • 27/07/2019 – Iniciei a playlist “Os livros que eu li” no canal.
  • 04/08/2019 – Iniciei a playlist “Tutoriais Youtuber” no canal.
  • 2º Semestre 2019 – Ministrei as disciplinas de Linguagem de Programação para ADS e Algoritmos Computacionais para as Engenharias na UniMetrocamp Wyden.
  • 2º Semestre 2019 – Supervisionei as disciplinas de Estágio Supervisionado e Horas Complementares dos cursos de Sistemas de Informação e Ciência da Computação na UniMetrocamp Wyden.
  • 11/09/2019 – Iniciei o curso de Python no canal.
  • 23/09/2019 – Ministrei a Oficina de Python na UniMetrocamp Wyden.
  • 27/09/2019 – Ministrei a Oficina de YouTube para Professores na UniMetrocamp Wyden.
  • 21 e 22/10/2019 – Participei do Curso de Python e Hackathon como palestrante na UniMetrocamp Wyden.
  • 12/12/2019 a 27/12/2019 – Produzi a apostila de Informática Básica para o Projeto ITM.
  • 13/12/2019 – E para coroar esse ano extraordinário, fui dispensado da UniMetrocamp Wyden.

 

 

 

 

Fundamentos de Python

Nesta semana (21 a 25/10/2019) teremos na Unimetrocamp Wyden a Oficina de Fundamentos de Python, com Hackathon para programação de drones.

Segue abaixo, apresentação mostrando os fundamentos da programação Python, que será utilizada na oficina.

Fundamentos de Python

Fundamentos de Python – Parte 2